"Quem estraga velho, paga novo"
Nada mais enganador, consoante o lesante seja caloteiro sabido,
ou se aplique a esplendorosa teoria da diferença:
"Quem estraga velho, ou nada paga,
ou deduz no que paga o valor que o velho tem"
e
"Se o velho for mais valioso,
acrescenta ao novo o valor que o velho tem"