quinta-feira, 9 de julho de 2009

Cabril - O caminho mais curto para a assembleia





Para quem ficou abananado com o post da Blimunda informamos que Cabril é sempre em frente, vira a esquerda e depois sempre para baixo, ate chegar à cota zero mesmo junto ao rio.
Fica próximo à ponte da Miserela, uns kilometros escassos de Tourem, Pitões das Junias, Cornos da Fonte Fria. Dispõem de um Museu, tem que tocar na casa do vizinho que ele abre e mostra, tem parque de campismo, tem cavalos e alguns desportos mortais.
E proximo à Barragem de Paradela que "tem uma característica muito própria de construção é feita de rochas acumuladas, a granel e constitui, no seu género, a maior obra de engenharia da Europa. "
Vejam bem , a maior obra de engenharia da Europa, isto dizia o Salazar, que foi lá inaugurar as barragens de helicopetro, sem se fazer anunciar , vejam bem como as historias se repetem. E mais meus amigos Cabril é tão avançado dado a barragem e outras cenas, que as vacas sabem o caminho de regresso à corte, praticamente não precisam de ser conduzidas, tal e qual a nossa economia, seguem umas atrás das outras. E deixam grandes bostas pelo caminho.

17 comentários:

Blimunda disse...

Fogo, pá! Grande amigo!!! Deixas-me fazer uma gaffe dessas e calas-te, caladinho! Então tá então! Eu registo! Da próxima vez também não vou avisar-te quando tiveres a braguilha aberta.

Aquilo foi a minha portugalidade a falar mais alto que a vontade de defender o homem!

Privada, o bacoco disse...

Mas não há gaffe nenhuma, Cabril fica mesmo ali, alias tudo me leva a crer que foi entre Cabril e os Mosteiros abandonados, que se passou a historia da Sophia a Floresta.
Ei as tantas nao é o livro da Floresta, oh pá num sei, sei ke os Mosteiros coicidiam tbm com zonas de contrabando e roubos, viviam os monjes na mesma floresta que os ladrões. E de alguma forma conviviam. Uns cometiam crimes os outros perdoavam-lhes.

Privada, o bacoco disse...

Nao Blimunda ja sei, aquela historia de quando a morte acabou, que os tipos levam o velho no carro de bois a Espanha a ver se ele morre, do Saramago, deve ter sido por aqui

Blimunda disse...

Acredito que sim! Só não percebo é porque razão só se vêm vacas. Não era suposto que fossem cabras?

Uns cometiam crimes e os outros perdoavam-lhes só ainda não se conseguiu definir com clarividência, naquele tempo como agora e sempre, quem são os "uns" e os "outros"!

E tu abananaste-te? E porquê?

Blimunda disse...

Hum, acho que não! Estou mais inclinada para ser exactamente o local onde se partiu em duas a península, transformando-se em jangada.

Privada, o bacoco disse...

Porque os esquilos e as cabras não se deixam fotografar, as vacas não, são fotogenicas, descobri há pouco. Tu chamas " Marela" e elas fazem muu e esperam pacientemente que lhe tires a foto. As cabras são doidas, vivem sozinhas nos montes.

Ora bem, não entendi muito bem o post. Faltaram os segundos sentidos. Acho eu. Mas Cabril pá tenho a certeza k é aki.

Blimunda disse...

Faltaram a ti ou à gaja que o escreveu?

Vai lá outra vez e vê se Cabril ainda está no mesmo sítio. Já te expliquei que foi a minha portugalidade a falar mais alto fazendo com que plantasse Cabril onde devia plantar Castril. Apanhaste agora?

Privada, o bacoco disse...

ahhhhhhhhhhhhhh oh fogo, altera Castril nao conhecendo.

Privada, o bacoco disse...

nao conheço, sorry

Blimunda disse...

Eu também não mas se clicares no link da primeira frase do post vais dar direitinho à terra que por acaso é bem bonita.

Privada, o bacoco disse...

Pois, nao sei. É como te digo nao atingi bem

Privada, o bacoco disse...

ok

Blimunda disse...

Privada, esqueceste de deixar a chave outra vez no vaso das papoilas? A saphou não consegue entrar, pá!

Mofina disse...

Não quero nada com vacas, essas loucas exibicionistas!

Cristina A disse...

:-)))))

jg disse...

Pá, não vou lá com essa indicação.
Só entendo quando me dizem:
- Sempre em frente. Depois tem um corte à direita, mas não vira...

Assim, simples, não dou com o paradeiro.

saphou disse...

Uma pessoa volta a casa e é um cheiro a bosta que não se aguenta.