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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Hoje acordei com uma questão que me incomoda

Porque é que na Casa de Serralves, no almoço buffet do terraço, só os administradores e amigos têm direito a mesa com toalha branca e guardanapos de pano à bela maneira antiga e guarda-sol a condizer, não vão as moleirinhas aquecer demais.
O comum dos mortais, que ainda por cima paga, senta-se numa mesa que pode ou não abanar, consoante a sorte, e tem apenas direito a um individual rasca, mais um guardanapo de papel que, com sorte, não voa. Quanto ao guarda-sol, só se não estiverem todos ocupados, e como são um bem muito escasso, em regra estão. Na Casa de Serralves estão-se nas tintas para a moleirinha do comum dos mortais. 
Quanto ao almoço em si, recomenda-se.
Isto é um acto discriminatório de ostentação próprio de um país subdesenvolvido em bicos de pés. Se queriam dar aos administradores um tratamento de favor, deviam fazê-lo disfarçadamente, como é próprio de uma democracia civilizada.
Onde eu trabalho, almoço na cantina, se quiser comer, ou de pé num dos bares, respeitando a fila interminável, e se for ao restaurante, não há tratamentos de favor. É certo que não sou administradora, mas os administradores misturam-se connosco, aquilo a que os não parolos chamam mingle.
Acho que vou apedrejar os administradores da Casa de Serralves. O problema é que o Funes é amigo de um deles...Mas o apedrejamento esta muy de moda e eles estão a pedi-las. Apedrejá-los ou não, eis a questão. Como é que posso continuar a viver com este dilema?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Vigiar a Costa para quê? Até somos um país do Interior da Europa! Não desperdiçamos como a Suíça, que tem uma dezena de barcos patrulha por causa de uns lagozecos, vulgo a "Marinha suíça"

Os radares foram avariando e o sistema LAOS foi para o caraças. Só sobraram dois radares fixos, no Algarve, e três móveis, ao sabor do vento, das marés e dos humores. Os radares do sistema LAOS avariaram e foi considerado economicamente desinteressante repará-los. A seguir aos radares, foram embora os polícias que, sem radares, não estavam  a fazer nada nos postos de vigia, um desperdício de recursos. Afinal, somos um país com uma costa de tamanho ridículo, pelo que basta ser vigiada por 50 binóculos, enquanto não forem para o estaleiro. Com o sistema LAOS inoperacional e o sistema SIVICC a  entrar em funcionamento lá para as calendas, traficante amigo, é hora, o governo está contigo! Cuidado é com o Algarve, do Ancão até Sagres.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Manual do crime perfeito: três opções para crime violento

- colocar um tipo a mijar na Sibéria com 40º negativos (congela a urina e a bexiga). Não há testemunhas da coacção física, pelo que morreu de morte natural.

-apontar a arma à cabeça do tipo e obrigá-lo a mijar de cima da ponte para a catenária. Morre electrocutado. Suicídio. Não há testemunhas. Saiu da tasca depois de umas cervejas, sózinho, numa noite sem lua.

- dar muito feijão a um tipo, dias a fio, e obrigá-lo a acender o isqueiro atrás do rabo, permanentemente, sob ameaça de bazuca. Morte por queimaduras de 1º grau, as labaredas atingem os fundilhos e expandem-se. Ninguém o mandou colocar-se ao pé do lança-chamas. Não há testemunhas.

PS: os dois primeiros casos são adaptações livres de clássicos da medicina legal, lembrados por Funes, o tiú.