quinta-feira, 16 de julho de 2009

18 de Julho Porto às escuras


No Porto, um dos palcos das estrelas é a Praça Parada Leitão, junto ao mítico café “Piolho” e à Reitoria da Universidade. Com o início das actividades previsto para as 22 horas, a iluminação pública da praça vai desligar-se durante cerca de uma hora para que portuenses e visitantes possam ver o céu sem a interferência do excesso de luz da cidade. No local, estarão telescópios e uma equipa de especialistas para guiarem o público durante a visita às estrelas. A iniciativa é organizada pelo Porto Cidade de Ciência, Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) e Astronomia no Verão.
Eh pá que maldoso que sou. Andava convencido que o único motivo porque não se via o céu era o fumo natural e ecológico que se faz pela zona ao fim de semana, afinal, é a luz que produz aquela nuvem, que um gajo até flutua. Por isso é que a partir de determinada hora apagam as luzes dentro dos bares e andam todos de nariz arrebitado, devem ter claraboias. Cool! E dizer que gastei 40 eurinhos, pá, a tentar desintoxicar o casaco. Era poluição da luz Privada, da luz seu estúpido!

9 comentários:

saphou disse...

os carteiristas vão adorar ver as estrelas! grande iniciativa. Será que têm um sindicato conivente?

saphou disse...

Vais estar lá? Como é que eu te reconhreço?

saphou disse...

Vamos ser todos pretos.

Aninhas Pitosga disse...

Só não seremos pirilapmos pk a luz vai estar na testa e não no cú e tb ninguém vai pelo sexo.

saphou disse...

Pirvada, já bani a inconveniente do leste e o blog acoselhado pelo google, desculpa lá, os teus comentários foram junto...

Helena Paixão disse...

"Não há estrelas no céu a dourar o meu caminho..."

Oooops! Afinal a coisa nada tinha a ver com as crises psicológicas da adolescência, era das luzes da cidade!

Quer isto dizer que o pessoal que vive no campo não passa por estas problemáticas da adolescência?

Alguém quer escrever uma tese sobre o assunto? Hum??

saphou disse...

Eus só posso escrever sobre a adolescência serôdia.

Privada, o bacoco disse...

Escreve

Privada, o bacoco disse...

Era uma tipica loura, deixa-a ir.