Quem
descobriu o primeiro o primeiro fóssil de ictiossauro? Ligue para o 707
700 400. Se acertar, habilita-se a ganhar 100.000 euros, ouviu bem,
100.000 euros, 20.000 contos na moeda antiga (terá é que responder certo
às perguntas seguintes, que lhe serão enviadas via sms e visitar a
nossa imobiliária, para lhe vendermos um apartamento no Allgarve!
Happpy Fossils Day, you fossils!
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Entre o empreendedorismo e a burla, ou emprestem-me duas crianças determinadas e encantadoras, de preferência, ente os 5 e os 7 anos
Entre
o empreendedorismo e a burla, ou emprestem-me duas crianças
determinadas e encantadoras, de preferência, ente os 5 e os 7 anos
Naquele Domingo solarengo de Maio, em que os encarnados festejavam a Taça e a triplete (seja lá o que isso for), e Nadal perdia em Roma, ela sentia-se esgotada, como se lhe tivessem sugado a energia. A razão, não sabia, talvez vampiros invisíveis a tivessem atacado, ou estivesse rodeada de uma família sugadora, talvez o cansaço acumulado da semana, talvez o facto de ter cozinhado em demasia para todos (desde cogumelos a bifes-pimenta, passando por esparregado, batatas cozidas em rodelas e depois assadas no forno com alho, à sopa e ao crumble de maçã), talvez o facto de ter estado a ler aquela tese de letras minúsculas quando tem vista cansada, talvez televisão a mais....talvez....
O que é certo é que sentiu que tinha que caminhar, respirar o ar da praia, sentir o cheiro a maresia, sair dali, libertar-se....
Primeiro, custou-lhe caminhar. O coração, acelerado, obrigava-a a ir mais lenta, mas "caminando se hace el camino" e quanto mais caminhava mais energia sentia....
Passou junto ao bar da praia onde sempre gosta de ir nas horas livres, mas o objectivo não era ficar ali, era sentar-se nos rochedos que conhece de cor, naquele que parece um sofá aquecido pelo sol, para meditar e respirar o pranayama junto do mar, mesmo onde leva com os salpicos salgados, até ao pôr-do-sol.
Ao passar pelo bar, na zona onde o cimento já não permite cadeiras, foi interpelada por duas crianças, ela de térérés, mais dinâmica, ele menos concentrado e mais pequeno.
- Quer comprar as nossas pedras espirituais?
E reparou em conjuntos de godos, alinhados por cores e com etiquetas: os brancos eram o "clarear da lua", os amarelos, a "estrela luminosa", os alaranjados, "o fogo ardente", os castanhos "terra mãe", os cinzentos "melhora o astral", os pretos "magia africana", e por aí fora....
-Temos vários preços, continuou, desde 25 cêntimos a 50 cêntimos, até 1 euro!
Cada côr tem uma propriedade.
-Agora não tenho dinheiro, porque só trouxe o telemóvel comigo, mas até que horas estão abertos?
-Não sei, respondeu. Ele voltou em círculos e ela perguntou ao sócio.
- Estamos aqui enquanto os nossos pais estiverem na esplanada, talvez mais duas horas.
-Então fazemos assim, alinhei, se eu passar por aqui mais tarde, vou a casa buscar dinheiro e compro uma pedra espiritual das vossas, talvez o "fogo ardente", estou indecisa....
E continuou, divertida, para o seu sofá rochedo aquecido, rodeada de pedras espirituais por todos os lados, que tem o hábito de apanhar e trazer para casa, há muitos anos. Em jarras de vidro ficam belas....
Cerca de uma hora depois, a energia retornara toda e começou a apanhar godos, como sempre faz, procurando as cores e formas mais perfeitas. E trouxe pedras espirituais na mão, para juntar à fortuna que ja tem em casa.
Os vendedores continuavam lá, ao longe.....
-Que ideia mais gira, pensou num sorriso, vou pedir duas crianças emprestadas,determinadas e com uma beleza que convença os compradores potenciais. Alguém lhe empresta duas crianças encantadoras numa tarde de sol?
É que nem o professor Caramba descobriu este nicho de mercado. Há que ir para uma zona longe das praias e baixar os preços. A estrégia da startup já está delineada. A mercadoria existe. Só faltam mesmo as crianças encantadoras, de preferência, loirinhas de caracóis, ou de cabelo preto e olhos azuis....
Naquele Domingo solarengo de Maio, em que os encarnados festejavam a Taça e a triplete (seja lá o que isso for), e Nadal perdia em Roma, ela sentia-se esgotada, como se lhe tivessem sugado a energia. A razão, não sabia, talvez vampiros invisíveis a tivessem atacado, ou estivesse rodeada de uma família sugadora, talvez o cansaço acumulado da semana, talvez o facto de ter cozinhado em demasia para todos (desde cogumelos a bifes-pimenta, passando por esparregado, batatas cozidas em rodelas e depois assadas no forno com alho, à sopa e ao crumble de maçã), talvez o facto de ter estado a ler aquela tese de letras minúsculas quando tem vista cansada, talvez televisão a mais....talvez....
O que é certo é que sentiu que tinha que caminhar, respirar o ar da praia, sentir o cheiro a maresia, sair dali, libertar-se....
Primeiro, custou-lhe caminhar. O coração, acelerado, obrigava-a a ir mais lenta, mas "caminando se hace el camino" e quanto mais caminhava mais energia sentia....
Passou junto ao bar da praia onde sempre gosta de ir nas horas livres, mas o objectivo não era ficar ali, era sentar-se nos rochedos que conhece de cor, naquele que parece um sofá aquecido pelo sol, para meditar e respirar o pranayama junto do mar, mesmo onde leva com os salpicos salgados, até ao pôr-do-sol.
Ao passar pelo bar, na zona onde o cimento já não permite cadeiras, foi interpelada por duas crianças, ela de térérés, mais dinâmica, ele menos concentrado e mais pequeno.
- Quer comprar as nossas pedras espirituais?
E reparou em conjuntos de godos, alinhados por cores e com etiquetas: os brancos eram o "clarear da lua", os amarelos, a "estrela luminosa", os alaranjados, "o fogo ardente", os castanhos "terra mãe", os cinzentos "melhora o astral", os pretos "magia africana", e por aí fora....
-Temos vários preços, continuou, desde 25 cêntimos a 50 cêntimos, até 1 euro!
Cada côr tem uma propriedade.
-Agora não tenho dinheiro, porque só trouxe o telemóvel comigo, mas até que horas estão abertos?
-Não sei, respondeu. Ele voltou em círculos e ela perguntou ao sócio.
- Estamos aqui enquanto os nossos pais estiverem na esplanada, talvez mais duas horas.
-Então fazemos assim, alinhei, se eu passar por aqui mais tarde, vou a casa buscar dinheiro e compro uma pedra espiritual das vossas, talvez o "fogo ardente", estou indecisa....
E continuou, divertida, para o seu sofá rochedo aquecido, rodeada de pedras espirituais por todos os lados, que tem o hábito de apanhar e trazer para casa, há muitos anos. Em jarras de vidro ficam belas....
Cerca de uma hora depois, a energia retornara toda e começou a apanhar godos, como sempre faz, procurando as cores e formas mais perfeitas. E trouxe pedras espirituais na mão, para juntar à fortuna que ja tem em casa.
Os vendedores continuavam lá, ao longe.....
-Que ideia mais gira, pensou num sorriso, vou pedir duas crianças emprestadas,determinadas e com uma beleza que convença os compradores potenciais. Alguém lhe empresta duas crianças encantadoras numa tarde de sol?
É que nem o professor Caramba descobriu este nicho de mercado. Há que ir para uma zona longe das praias e baixar os preços. A estrégia da startup já está delineada. A mercadoria existe. Só faltam mesmo as crianças encantadoras, de preferência, loirinhas de caracóis, ou de cabelo preto e olhos azuis....
domingo, 11 de maio de 2014
Folclore filosófico
Hoje,
inspirada em RAP, mas indo muito mais além, vou dedicar-me ao folclore
filosófico que começa logo no Malhão Malhão. Quem és tu Malhão? O que
desejas da vida? Porque é que só tens oito acordes? És um simples ?
Porque gostas de comer e beber e passear na rua? Não tens mais onde
passear? Passaste fome e agora comes e bebes até à obesidade? Ou é so
mesmo apetite extremo? Vês muitos Masterchef?
Que tipo de comida (rural, urbana, gourmet, vegetariana,...preferes? E
em matéria de bebidas, é vinho da tasca, ou um vinho vintage? ou é mais
cerveja?
Quem sois vós Tiroliroli Tiroliroló? Porque é que um está em cima e outro em baixo? E porque se juntaram à esquina a tocar a concertinha e a dançar o solidó?
Aparentemente são epicuristas, mas pode não ser assim. Note-se que o Malhão já parece denotar o desejo de um i-phone, como decorre do "ó de rim tim tim". Ou será antes um rim e tintins? Será o Malhão não um epicurista, mas um tipo com órgãos a menos? Ou com um órgão a menos e desejo de ler Tintin? A quem doaria ele o rim? Ou terá nascido assim, como o Jonas? E sofrerá terrivelmente por ter só oito acordes, por ser um simples,desejando ser um magnata da música? A vida de Malhão é um mistério a explorar.
E de Tiroliroli e Tiroliroló sabemos tão pouco, devemos explorar a linha investigatória um em cima e outro em baixo. Vivem em propriedade horizontal? ou será uma alegoria, como no caso da avózinha e do capuchinho vermelho?
Em alternativa, posso dedicar-me à logica e geometria, tentando, por exemplo, fazer um triângulo de quatro. Até me parece fácil.
Ou à engenharia florestal, modalidade folcolre e infestantes. Porque nasces aos montes alecrim, sem ser semeado?
Ou posso dedicar-me ao erotismo popular: Carolina, porque tens um lagarto pintado na saia?
E continuo sem saber se a Conchita Wurst, que ganhou o Eurofestival, é homem ou mulher, ou em mutação. Mas se mantém o Wurst é porque já foi homem, e nestas coisas raramente me engano.
Quem sois vós Tiroliroli Tiroliroló? Porque é que um está em cima e outro em baixo? E porque se juntaram à esquina a tocar a concertinha e a dançar o solidó?
Aparentemente são epicuristas, mas pode não ser assim. Note-se que o Malhão já parece denotar o desejo de um i-phone, como decorre do "ó de rim tim tim". Ou será antes um rim e tintins? Será o Malhão não um epicurista, mas um tipo com órgãos a menos? Ou com um órgão a menos e desejo de ler Tintin? A quem doaria ele o rim? Ou terá nascido assim, como o Jonas? E sofrerá terrivelmente por ter só oito acordes, por ser um simples,desejando ser um magnata da música? A vida de Malhão é um mistério a explorar.
E de Tiroliroli e Tiroliroló sabemos tão pouco, devemos explorar a linha investigatória um em cima e outro em baixo. Vivem em propriedade horizontal? ou será uma alegoria, como no caso da avózinha e do capuchinho vermelho?
Em alternativa, posso dedicar-me à logica e geometria, tentando, por exemplo, fazer um triângulo de quatro. Até me parece fácil.
Ou à engenharia florestal, modalidade folcolre e infestantes. Porque nasces aos montes alecrim, sem ser semeado?
Ou posso dedicar-me ao erotismo popular: Carolina, porque tens um lagarto pintado na saia?
E continuo sem saber se a Conchita Wurst, que ganhou o Eurofestival, é homem ou mulher, ou em mutação. Mas se mantém o Wurst é porque já foi homem, e nestas coisas raramente me engano.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Setembro
Este Setembro é Vintage!
Vou fazer paddle, partindo das Berlengas
Se n voltar é pq levei com o remo na head
Vou boiar em pranchas azul eléctrico
Vou saltar sobre as mesas enquanto ensino inutilidades
Vou voar do gabinete sem me espatifar
Vou olhar o azul do mar
Vou ver a minha ilha encantada
Porque a saudade é o amor que fica
E que matrix me acompanhe
Vou fazer paddle, partindo das Berlengas
Se n voltar é pq levei com o remo na head
Vou boiar em pranchas azul eléctrico
Vou saltar sobre as mesas enquanto ensino inutilidades
Vou voar do gabinete sem me espatifar
Vou olhar o azul do mar
Vou ver a minha ilha encantada
Porque a saudade é o amor que fica
E que matrix me acompanhe
domingo, 14 de julho de 2013
E
porque as crianças são realistas, quando ela voltou, já em bando, eu, na
minha imbecil inocência, perguntei: -Queres continuar a apanhar flores
não morridas para a mamã? -Agora não, agora ajuda-me a apanhar o bicho,
estamos atrás dele. Vê se o vês e diz onde está. E lá andavam 6 pequenas
e pequenos malfeitores atrás da uma sardanisca, em pleno flower power,
tentando em vão apanhá-la. E eu a dar pistas falsas. O que eles/elas
não sabem, é que as sardaniscas largam o rabo quando são apanhadas e
continuam a sua vida. São políticos reencarandos!
E estava eu em pleno flower power e vem ela e diz-me: - dás-me uma flor?
Claro que sim, respondi: -Mas não as podemos cortar que elas não gostam. Apanhamos do chão, está bem?- Está bem! Mas não quero morridas! É para dar à mamã. E lá fomos procurar flores do chão não morridas para dar à mamã dela que eu adoro, mesmo sem ela saber <3 .="" br="">3>
Claro que sim, respondi: -Mas não as podemos cortar que elas não gostam. Apanhamos do chão, está bem?- Está bem! Mas não quero morridas! É para dar à mamã. E lá fomos procurar flores do chão não morridas para dar à mamã dela que eu adoro, mesmo sem ela saber <3 .="" br="">3>
sábado, 25 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Uma lição logo pela manhã, ainda por cima à segunda-feira!
Tradicionalmente, há duas doutrinas acerca da técnica (ou será arte?) de corrigir testes e exames
Segundo a doutrina tradicional, elabora-se previamente uma grelha de correcção com pontuações atribuidas a cada item da resposta a cada pergunta fazendo, deste modo, a cotação total de cada resposta. Como chamar a esta técnica? A doutrina tradicional chama-lhe objectiva, uma vez que se baseia num modelo pré-definido com rigor. Na realidade, é subjectiva, pois que a grelha foi previamente elaborada por quem fez as perguntas. Aproxima-se das tradicionais noções de erro na declaração e sobre os motivos, que hoje se tendem a fundir. Nós chamar-lhe-iamos: doutrina é chata! Embora tenha a vantagem da segurança jurídica e de os destinatários acreditarem na sua objectividade.
A doutrina mais moderna defende que os testes e exames deverão ser divididos por grupos e atirados para uma banqueta, a partir de uma posição superior. Pode ser usado um escadote. Há duas variantes: a banqueta pequena 1x1, mais rigorosa, porque dá menos hipóstes; a banqueta 4x4, que é bastante generosa. A distância da altura relativamente às banquestas também é importante, porque influi no resultado.
Segundo esta forma de agir, os testes ou exames que cairem na banqueta terão nota positiva. Os que cairem no chão, têm nota negativa. A seguir faz-se uma correcção impressionista, na diagonal, para efeitos de graduação da nota de 10 a 18 ou de 0 a 9. A esta doutrina, em qualquer das suas variantes, chamamos mommista ou, vulgarmente, tamefed. Não é uma técnica, é uma arte. Estatisticamente, produz os mesmos resultados. Mas tem a desvantagem da injustiça, a que os seus defensores chamam azar. Ao destinatário explica-se: teve azar meu caro.
Há uma terceira doutrina. Mas essa não iremos explicar hoje hoje: keep calm que as notas vão sair!
E agora ainda me sugerem a teoria do malmequer! Acho esta quarta muito atraente, rápida e bucólica! Talvez a venha a adoptar...
Tradicionalmente, há duas doutrinas acerca da técnica (ou será arte?) de corrigir testes e exames
Segundo a doutrina tradicional, elabora-se previamente uma grelha de correcção com pontuações atribuidas a cada item da resposta a cada pergunta fazendo, deste modo, a cotação total de cada resposta. Como chamar a esta técnica? A doutrina tradicional chama-lhe objectiva, uma vez que se baseia num modelo pré-definido com rigor. Na realidade, é subjectiva, pois que a grelha foi previamente elaborada por quem fez as perguntas. Aproxima-se das tradicionais noções de erro na declaração e sobre os motivos, que hoje se tendem a fundir. Nós chamar-lhe-iamos: doutrina é chata! Embora tenha a vantagem da segurança jurídica e de os destinatários acreditarem na sua objectividade.
A doutrina mais moderna defende que os testes e exames deverão ser divididos por grupos e atirados para uma banqueta, a partir de uma posição superior. Pode ser usado um escadote. Há duas variantes: a banqueta pequena 1x1, mais rigorosa, porque dá menos hipóstes; a banqueta 4x4, que é bastante generosa. A distância da altura relativamente às banquestas também é importante, porque influi no resultado.
Segundo esta forma de agir, os testes ou exames que cairem na banqueta terão nota positiva. Os que cairem no chão, têm nota negativa. A seguir faz-se uma correcção impressionista, na diagonal, para efeitos de graduação da nota de 10 a 18 ou de 0 a 9. A esta doutrina, em qualquer das suas variantes, chamamos mommista ou, vulgarmente, tamefed. Não é uma técnica, é uma arte. Estatisticamente, produz os mesmos resultados. Mas tem a desvantagem da injustiça, a que os seus defensores chamam azar. Ao destinatário explica-se: teve azar meu caro.
Há uma terceira doutrina. Mas essa não iremos explicar hoje hoje: keep calm que as notas vão sair!
E agora ainda me sugerem a teoria do malmequer! Acho esta quarta muito atraente, rápida e bucólica! Talvez a venha a adoptar...
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Rapunzel solta os teus cabelos....
Acordo com uma inquietação. A história de Rapunzel é de uma violência extrema. Primeiro, sequestram a desgraçada na torre mais alta do castelo. Ninguém vai dentro, a não ser a vítima, que fica dentro.
Depois, o Príncípe que a vem salvar é de uma falta de delicadeza extrema. Manda-a atirar os cabelos pela janela para ele subir por eles. Crime de ofensas corporais. E não vai dentro. Não podia o palerma usar um escadote? Por fim, corta-lhe os cabelos à bruta, talvez com uma arma branca, mais dois crime de posse ilegal de arma e de ofensas corporais ( o consentimento não conta, dado o desespero da jovem cabeluda, tipo Asterix I. A menina estava com uma incapacidade temporária).
Por fim, entrançam os cabelos (ela é que deve ter feito o trabalho todo, mesmo sem Paracetamol, porque estava com uma dor de cabeça que não vos conto...), e descem por eles. Aposto que o tipo ficou com a trança e a vendeu para extensões, deixando a jovem Princesa de cabelo rapado algures na floresta.....
Acordo com uma inquietação. A história de Rapunzel é de uma violência extrema. Primeiro, sequestram a desgraçada na torre mais alta do castelo. Ninguém vai dentro, a não ser a vítima, que fica dentro.
Depois, o Príncípe que a vem salvar é de uma falta de delicadeza extrema. Manda-a atirar os cabelos pela janela para ele subir por eles. Crime de ofensas corporais. E não vai dentro. Não podia o palerma usar um escadote? Por fim, corta-lhe os cabelos à bruta, talvez com uma arma branca, mais dois crime de posse ilegal de arma e de ofensas corporais ( o consentimento não conta, dado o desespero da jovem cabeluda, tipo Asterix I. A menina estava com uma incapacidade temporária).
Por fim, entrançam os cabelos (ela é que deve ter feito o trabalho todo, mesmo sem Paracetamol, porque estava com uma dor de cabeça que não vos conto...), e descem por eles. Aposto que o tipo ficou com a trança e a vendeu para extensões, deixando a jovem Princesa de cabelo rapado algures na floresta.....
quarta-feira, 20 de março de 2013
Solidão
Hoje faço n anos e meio e ninguém me deu os parabéns.Estou triste,confesso.Engano a solidão com recurso compulsivo ao meu FB Maria Vaz, já enjoada de o ligar e o desligar. Com recurso à televisão, enjoada de a ligar e desligar. São 21.30 e ninguém chegou para jantar. Vou
jantar com os meus mortos.E faremos um brinde.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
sábado, 22 de dezembro de 2012
sábado, 3 de novembro de 2012
A minha sepultura, mesmo por baixo da árvore de folha caduca, no adro da capela mais bela que conheço, com vista para o imenso vale, com vinhas da terra quente em cascata e vista para o Tua e o açude onde sempre brinquei em menina. Ali estão os meus, que deixaram as suas roupagens terrestres, ali quero deixar a minha, mesmo junto à arvore cuja aparência muda...
Para verem mais beleza:
http://sobreira-pt.blogspot.pt/
Para verem mais beleza:
http://sobreira-pt.blogspot.pt/
domingo, 21 de outubro de 2012
Cristiano Ronaldo
Não sabe dizer "oleosidade" e tem que atropelar a mesma, a comichão e a caspa.
Talvez um dos anúncios mais estúpidos de que algum pseudo-criativo se lembrou. Bah!
http://www.youtube.com/watchtv=FHmW_TDRi1w&feature=related
E o pobre desgraçado sofre das três maleitas que lhe afectam o couro cabeludo. Mas do empastelamento capilar, ele não se queixa!
Talvez um dos anúncios mais estúpidos de que algum pseudo-criativo se lembrou. Bah!
http://www.youtube.com/watchtv=FHmW_TDRi1w&feature=related
E o pobre desgraçado sofre das três maleitas que lhe afectam o couro cabeludo. Mas do empastelamento capilar, ele não se queixa!
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Ai que saudade
De quando a LIMA era um fruto sumarento
De quando o "COISO" não era grande em Portugal
DE quando ia a caça ao COELHO
De quando as RELVAS não secavam
De quando as PORTAS sorriam na luta
E a NOGUEIRA dava frutos
E o JAZZ tinha um BERNARDO
E a CONVERSA DA TRETA era animada...
E os PINTOS batiam em árbitros e treinadores
E os GODOS eram calhaus rolantes para atirar ao mar
e fazer ploc, ploc,ploc.
E os BENTOS da época não excluíam os melhores da selecção
E o JARDIM tinha flores
A a ANGELA estava a LESTE
E SÓCRATES não era Pinto de Sousa
E eu era EPICURISTA
Valha-nos o PEREIRA e afins, no governo sombra.
E o PAPA mais a Norte. Venham mais 30.
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